"Nosso comportamento político e social (…) tem sido muitas vezes condicionado pela mitologia e por nossos hábitos verbais. Quando nos vemos diante dum problema que exige habilidade técnica, política ou diplomática, viramos centauros e metemos as patas."

Erico Verissimo, no livro “O tempo e o vento -  O arquipélago”, 1951 (via temploculturaldelfos)
"(…) quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa - salvar a humanidade."

Almada Negreiros, no livro “A invenção do dia claro”. Lisboa: Assírio & Alvim, 2005 (via temploculturaldelfos)
temploculturaldelfos:

O violinista azul, de Marc Chagall - 1947
 
 
"[…] como seria tão bom se pudéssemos nos relacionar sem que nenhum dos dois esperasse absolutamente nada, mas infelizmente, insistirás, infelizmente nós, a gente, as pessoas, têm, temos - emoções."

Caio Fernando Abreu, no livro “Morangos mofados”. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012 (via temploculturaldelfos)
"Esta noite
Os teus beijos ardentes,
Teus afagos mais veementes,
Guarda, guarda-os, anjo meu;
Esta noite entre mil flores,
Um sonho todo de amores
Nos dará de amor um céu!"

Machado de Assis, no livro "Toda poesia de Machado de Assis". [Organização: Cláudio Murilo Leal]. Rio de Janeiro: Record, 2008 (via temploculturaldelfos)
temploculturaldelfos:

Villas at Bordighera, by Claude Monet - 1884
 
 
"Estou sem xoxota, garoto, o que pra mim é o mesmo que estar sem amor. Não consigo separar as duas coisas. Não sou tão vivo assim."

Charles Bukowski, no livro “Numa Fria”. Porto Alegre: L&PM, 1993. (via temploculturaldelfos)
"Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental."

Gilberto Freyre, no livro “Tempo morto e outros tempos” (via temploculturaldelfos)
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Louis Armstrong, sua esposa Lucille e a Esfinge de Gizé - Egito, 1961.Foto: Bettmann/Corbis.
 
 

Solitário

temploculturaldelfos:

Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!

Fazia frio e o frio que fazia
Não era esse que a carne nos contorta…
Cortava assim como em carniçaria
O aço das facas incisivas corta!

Mas tu não vieste ver…

tema por emendarei